segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

VAI SER BURRO ASSIM NA CHINA

Vi no Jornal da Tarde uma reportagem sobre uma menina que vai tentar reconquistar o namorado fazendo uma série de operações plásticas pra ficar parecida com a Jessica Alba, de quem o cara é fã.

Detalhe: a menina é chinesa, o que deve significar algumas cirurgias a mais só pra adaptar o formato dos olhos.

A xarope dizia ainda que, se depois de todas as operações o ex não quiser nada com ela, aí então ela vai seguir a vida...

Comentei essa notícia com várias pessoas, e o inconformismo da galera, claro, é unânime. Mas o que mais tem me chamado a atenção é que as pessoas não parecem estar atentando pro aspecto mais importante de toda essa história.

Afinal, o energúmeno encontra uma anta disposta a fazer plástica pra ficar parecida com uma atriz, e escolhe logo a Jessica Alba?????? Puta chinês burro!!! Pede pra menina se transformar na Angelina Jolie, imbecil!!!

SEM NOÇÃO

Passei uns dias com a The em Paris e Roma, e acabei confirmando 3 impressões que eu já tinha:

1 - Esse menino, Bernini, não sabe brincar;

2 - Esse outro menino, Michelangelo, também não sabe brincar;

3 - E essa tal de Paris, de-ci-di-da-men-te, não sabe brincar...


quinta-feira, 14 de janeiro de 2010

UM CAMPEÃO TAMBÉM PRECISA DE SORTE

Dois posts atrás eu contei uma história que aconteceu com o Rodrigão do vôlei, que bateu o carro anteontem perto de onde eu trabalho.

O legal é que ontem eu vi no site da ESPN Brasil uma notícia dizendo que ele não treinava há dois dias por causa de uma virose que provocava fortes dores abdominais.

"Está difícil até de sair da cama", ele disse.

Sorte do Rodrigão que ninguém lê o Onde Eu Tava Mesmo?, né? :o))

quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

FALTA MUITO?

Tô no trabalho. Toca meu celular. Nunca vi o número antes. Mesmo assim, eu atendo.

- Alô!

Quem responde é uma adolescente. E ela tá brava.

- Quenquié qui tá falanu?

Eu reviro os olhos. Lá vem...

- Cê quer falar com quem?

- Écuvocêmemo, qui fica liganu aqui!

- Hãn?

- Purquêqui você ligaqui na mia casa e despois disliga quanueu atendu? HEIN? (tipo, o “hein” que ela soltou foi bem foda, eu cheguei a achar que ia pra cadeia)

- Olha, você ligou errado...

- Qui númir quié o seu?

- Que número cê discou?

- Péra, xuvê aqui...

Ela ditou o número. Aliás, o númir. Onde o meu celular tem um 22 ela discou um 23. Aí eu disse:

- Não, o número não é esse, cê discou errado.

- Ai, meu Deus, intão eu xinguei a pessoa errada!!!???

- Pois é...

- Discupa, viu?

- Tudo bem...

- Discupa.

(clic)

Ainda bem que faltam só 352 dias pra acabar esse ano...

terça-feira, 12 de janeiro de 2010

BOLA FORA

Rodrigão faz parte da equipe de vôlei mais vitoriosa de todos os tempos: a seleção do Bernardinho. Ganhou bilhões de medalhas em olimpíadas, campeonatos mundiais, ligas mundiais, pans, copinhas, coponas e outros tantos torneios.

Pois bem, hoje Rodrigão bateu seu carro numa rua perto de onde eu trabalho.

Batida leve, quase nem amassou nada. Passei ao lado, andando pela calçada. A dona do carro atingido falava no celular, pelo que eu entendi avisava o marido. Rodrigão, enorme, com o uniforme de treino do Pinheiros, aguardava pacientemente, encostado no capô do carro.

Olhou pra mim.

Meu pequeno sorriso e meu aceno de cabeça disseram pra ele “opa, e aí, grande Rodrigão, puxa, que pena que você bateu o carro, mas isso acontece, bola pra frente, ah, e valeu pelas medalhas, admiro muito vocês, manda um abraço pro resto da equipe, deixa eu ir que eu preciso trabalhar”, mas eu mesmo, oficialmente, não disse nada.

Mas foi o que eu ouvi a mulher falando no celular no instante seguinte que me motivou a postar essa história. Ela disse:

- Não, não foi uma mulher. Foi um homem. Espera...

E virando-se pro Rodrigão, perguntou:

- O nome do senhor, qual é?

Rodrigão baixou a cabeça e respondeu baixinho:

- Rodrigo...

Não falou mais nada. Sabe que a mulher não tem obrigação nenhuma de saber quem ele é. Mas pela cara que ele fez, deve ter pensado como é foda ser campeão olímpico justamente por um país que só liga pra futebol...

quinta-feira, 31 de dezembro de 2009

FELIZ TUDO AQUILO

Pra comemorar a primeira passagem de ano do Onde Eu Tava Mesmo?, reproduzo aqui o texto de final de ano que eu fiz pra agência onde eu trabalho (eita blogueiro preguiçoso, nem pra escrever uma mensagenzinha nova...). É o seguinte:

Antes de 2009

- saia justa na universidade era só uma bronca do professor;

- ato secreto com parentes era só um sorteio de amigo-oculto;

- gripe suína era só uma constipação de porco;

- apagão era só uma desculpa de aluno que ia mal na prova;

- Nobel da Paz era só um prêmio para quem ajudava a evitar a guerra;

- e presentinho escondido na meia era só uma surpresa do Papai Noel.

É impossível prever quantas outras mudanças desse tipo vão acontecer nesse ano que vem por aí. Mas o que dá pra afirmar, com certeza, é que a gente vai continuar dando muitas risadas juntos!

Feliz 2010 pra todo mundo!

sexta-feira, 18 de dezembro de 2009

ÀS VEZES A OPINIÃO PÚBLICA MACHUCA

Caraaaaca, eu ia falar disso antes mas não deu tempo: adorei o que rolou com o Berlusconi!!! HAHAHAHA!!!

Na verdade eu já achava que a gente devia lançar uma campanha pra ofender os políticos nas ruas, em qualquer lugar que eles fossem. Tipo, o Sarney entra num restaurante e todo mundo age como se ficasse histérico, começa a chamar a polícia, grita pra tomar cuidado com a carteira...

Aí o Zé Dirceu entra no elevador, e a gente aperta todos os botões, de todos os andares, e quando a porta abre a gente põe a cabeça pra fora e grita "galera, cuidado que parece que tem ladrão no prédio!"

Aí, no avião, os passageiros ao lado do Arruda chamam a aeromoça e falam que querem mudar de lugar, porque tão com medo de serem furtados.

Tudo sem citar os nomes dos caras, que é pra não dar processo, só pra encher o saco mesmo e tornar a rotina deles um pouco desconfortável. Seria uma puta criancice, e é lógico que não ia adiantar nada, mas ia ser gostoso, num ia?

Agora, o que aconteceu em Milão, pra mim, foi um aperfeiçoamento ainda mais utópico dessa teoria. O protesto que eu imaginava seria pacífico, mas essa ideia do italiano de mandar os caras pro hospital talvez fosse bem mais eficiente.

Sem contar que tudo seria muito mais divertido.