terça-feira, 11 de maio de 2010

QUAL É O SEU NOME?

Ontem à noite, click, tô eu em casa, click, mudando de canal e lendo aquela legenda da NET com os nomes dos programas. Click. Click. Click. Aí eu leio o seguinte:

Canal 62 - Meu Nome Não É Johnny.

Click.

Canal 63 - Meu Nome É Sarah.

Rá. Rá-rá. Espera aí. Rá-rá-rá.

Canal 62 de novo: Meu Nome Não É Johnny.

Click.

Canal 63 de novo: Meu Nome É Sarah.

HAHAHAHA!!!! Fiquei indo e voltando com o controle: Meu Nome Não É Johnny. Meu Nome É Sarah. Meu Nome Não É Johnny. Meu Nome É Sarah. Meu Nome Não É Johnny. Meu Nome É Sarah. HAHAHAHA!!!

A vida é tão mais divertida quando a gente é bobo, né?

quarta-feira, 5 de maio de 2010

NOSTRAMANOS

Vai dar merda. É óbvio que vai dar merda.

Porque, na cabeça deles, esse ano é especial. É o ano do centenário. E eles vão ser eliminados em pleno Pacaembu. E os manos vão quebrar as cadeiras. E vão derrubar o alambrado. E vão invadir o campo. E vão bater no Ronaldo. E vão matar o Roberto Carlos. E vão dar entrevista chorando. E vão quebrar os carros nas ruas. E vão escrever "Fora diretoria ICOPETENTE" no muro.

Acho até que, dessa vez, o bagulho vai adquirir proporções épicas.

A previsão tá feita. Se não for hoje vai ser mais pra frente. E eu vou, de novo, dar muita risada.

segunda-feira, 3 de maio de 2010

HISTÓRIAS DE CON(OU SEN)DOMÍNIO

Eu costumo dizer que existem coisas que acontecem com a gente que, se acontecessem em um filme, a gente sairia do cinema dizendo "dãããã, aquela cena foi ridícula, só em filme mesmo..."

Pois ontem aconteceu uma dessas comigo. E eu perdi definitivamente a fé na humanidade.

Por volta das 8 e meia da noite toca o interfone. O porteiro avisa que um morador do prédio tava interessado em ver meu apartamento pra comprar.

- Mas ele quer ver agora?

- É agora, sim senhor, se não tiver problema pro senhor.

- Tá bom, vai, pode falar pra ele subir.

Minutos depois toca a campainha. Papai, Titia, Monstrinha de 4 Anos e Monstrinho de 1 Ano e Meio adentram o apartamento. Imeadiatamente Monstrinha de 4 Anos começa a apertar os botões do aparelho de som. Eu olho para Papai e Titia (que até o momento eu achei que era Mamãe), mas só depois que Monstrinha de 4 Anos apertou o terceiro botão sem conseguir ligar o som é que Papai pediu que ela parasse.

Enquanto Monstrinho de 1 Ano e Meio andava em círculos pela sala, Monstrinha de 4 Anos começou a fuçar na revista que estava em cima da mesa, mas logo perdeu o interesse e invadiu o quarto. Imaginando o que ela poderia fazer sozinha ali, eu e a The fomos tentando levar o resto da Família Adams pra lá. Papai chamou:

- Vem, Monstrinho de 1 Ano e Meio.

Nada.

- Vem, Mons-Mons...

Nada.

- Moooons, vem com o pai, filho...

Monstrinho de 1 Ano e Meio veio então para o colo do pai, mas como a The, Titia e Monstrinha de 4 Anos já estavam no quarto, Papai achou melhor ver o outro dormitório primeiro. E tô eu lá com ele quando Titia chega com a cara mais normal do mundo e comunica:

- Vai lá ver sua filha porque ela tá no banheiro...

- Ai, não. Xixi?

- Cocô.

A FILHA DA PUTA TAVA CAGANDO NO MEU BANHEIROOOOO!!! Ela mora 9 andares acima do meu apartamento, mas resolveu que tinha que cagar ali, um-dois-três-já!!!!!! E de porta aberta!!!!

Atônitos com a bizarrice da situação, eu e a The já estávamos esperando pela entrada da produção das Pegadinhas do Gugu, ou do Sergio Mallandro, sei lá. Mas enquanto Papai ia lá, Titia, como se aquilo fosse a coisa mais normal do mundo, comentou:

- Tsã, criança num pode ver banheiro dos outros que já qué í, né?

Vistos os quartos, volta todo mundo pra sala, inclusive a cagona, pra ver a cozinha. Na passagem a The comenta que, com o lavabo, são 3 banheiros no apê. Titia sorri:

- Ah, pra mim quanto mais banheiro, melhor, porque eu não gosto que fica gente usando meu banheiro.

Eu e a The pensamos em dizer que nós também não, mas nisso Monstrinha de 4 anos (espero que de mãos lavadas) já estava invadindo a cozinha.

Enquanto Titia comenta as alterações que faria na área de serviço (como se fosse possível alterar qualquer coisa numa área de serviço daquele tamanho), Monstrinha de 4 Anos mexe nos imãs da geladeira. Já não presto mais atenção na conversa, só consigo olhar pra menina. Enfadada, ela avisa:

- Pai, quero água.

Na minha frente. Impossível eu não ter ouvido. Mas eu olho pro pai dela e não movo um músculo, com aquele meu olhar que diz "ela já cagou no meu banheiro, num vai tomar minha água". Papai, sem se sentir desconfortável em nenhum momento, diz pra ela tomar em casa. Nós nos despedimos. Foi a primeira vez que eu neguei água para alguém na minha vida. Sinto um certo remorso. Mas aí Monstrinho de 1 Ano e Meio entra no lavabo e diz:

- Quero fazer xixiiii...

E antes mesmo que Papai diga que é pra ele fazer em casa, meu remorso já foi todo embora.

terça-feira, 13 de abril de 2010

OS ELEITOS

Inspirado pela eleição que será convocada na Polônia, o DataDuda, empresa de pesquisas e braço investigativo da Onde Eu Tava Mesmo Foundation tratou de descobrir quais são os critérios de desempate nas eleições pelo mundo.

Na Polônia: Em caso de empate, ganha a eleição quem tiver mais letras Z no nome. Persistindo o empate, ganha quem tiver mais parentes chamados Zbigniew.

No México: Ganha o candidato que tiver o maior bigode. Aliás, o candidato que tiver o maior bigode ganha mesmo que tenha tido menos votos.

No Quênia: Em caso de empate, ganha quem tiver vencido mais São Silvestres.

No Chile: Ganha quem não chamar Rojas. Se todos os candidatos chamarem Rojas, ganha quem trouxer primeiro alguém que não chama Rojas.

No Afeganistão: Ganha quem estiver vivendo há mais tempo nas cavernas. Se persistir o empate, os candidatos têm que sair correndo pelo país brincando de pega-pega, e o Bin Laden é o “piques”.

Em Portugal: O Congresso estava votando como seria o critério de desempate, mas a votação empatou e eles ainda tão vendo como é que vão fazer.

quinta-feira, 8 de abril de 2010

E VOCÊ AINDA LÊ ESSE BLOG...

Aproveitando a era de confissões inaugurada com Ricky Martin, eu também tenho um segredo pra dividir com vocês.

Durante a minha infância eu muitas vezes punha 7 quando tirava par ou ímpar. Mesmo depois que eu descobri que qualquer número acima de 2 nesse jogo só serve pra gente desperdiçar energia, eu achava que colocar um número que necessitasse de duas mãos dava, sei lá, uma vantagem meio que psicológica no confronto.

Pronto, contei.




ENTREVISTA COM O MOLUSCO

Lula, domingo passado, no Canal Livre:

- No meus tempo de sindicalista a gente era obrigado, sabe, a cordá cincóra da manhã pa í pas porta das fábrica pa distribuí pus copanhêro o jornal do Sindicato. E as coisa naquela época érum diferente, os empresário não dexavom entrá livremente o jornal dentro das empresa, então a gente era obrigado a escondê, sabe, o jornal dentro da meia, ou dentro da cueca, pa podê fazê o que era preciso...

Pô, tudo bem que o megalomaníaco adora assumir a autoria de tudo que aconteceu no mundo desde antes de ele nascer. Mas essa da meia e da cueca ele podia ter deixado passar, né? :o))


quarta-feira, 7 de abril de 2010

LEI DE LARA

Antes de mais nada, gostaria de desejar as melhoras para a mãe do Roberto Carlos, dona Lady Laura, que me propiciou o trocadilho do título. Dito isso, vamos ao post:

Alexandre de Lara (até onde se sabe, nenhum parentesco com o Pedro) estava preso em Itapetininga. Aí, ele saiu da cadeia no indulto de Páscoa, roubou um celular e foi pra rodoviária procurar um busão que o levasse a uma nova vida de conquistas.

Só que ele viu um carro de polícia, se assustou, saiu correndo, pulou o muro e... tchuf, caiu dentro do Batalhão da PM. Deu de cara com o sargento, foi preso de novo e ficou sem ovo de Páscoa.

Por essa sucessão de ideias geniais, Alexandre conquistou o direito de se tornar o símbolo da campanha pela criação do Adicional de Burrice na Pena. E deu um passo importante para que, após a aprovação, esta lei seja conhecida como "Lei de Lara".